domingo, 15 de março de 2009

A VERDADE DA MENTIRA OU VICE VERSA

CRISE
Durante todo este tempo em silêncio, estou hoje de novo a retomar as minhas actividades.
Muito se passou no campo politico a nível nacional e até internacional, mas o que nos interessa mais neste momento é a CRISE que se vive no nosso PAÍS e que ataca uma grande maioria da nossa população.
Segundo noticias, já bate à porta da chamada classe média, se é que ela ainda existe.
Todos nós sentimos a necessidade de preservar os empregos que temos, para não cairmos na já longa lista de desempregados, que as estatísticas afirmar ter aumentado mais de 5% nos dois primeiros meses do ano, pois segundo dados publicados a taxa já se situa nos 8.2%. Mas uma pergunta fica no ar:
  • E aqueles que já deixaram de contar para as estatísticas por terem ultrapassado os prazos máximos do subsídio?
  • E os que tendo acabado os seus cursos não vêem hipóteses de arranjar colocação?

O REI VAI NU

Está de novo em vigor a politica de " Quem não é por nós´, é contra nós" . O primeiro ministro mantém a mania da perseguição e da vitimização.

É uma ofensa chamar-lhe mentiroso?

Não é. Só seria uma ofensa se ele tivesse falado verdade e nós disséssemos o contrário.

Porque senão vejamos:

  1. Mentira
    É uma declaração feita por alguém que acredita ou suspeita que ela seja falsa, na expectativa de que os ouvintes ou leitores possam acreditar nela. Dependendo das definições, uma mentira pode ser uma declaração falsa genuína ou uma verdade selectiva, uma mentira por omissão, ou mesmo a
    verdade se a intenção é enganar ou causar uma acção que não é do interesse do ouvinte. Uma pessoa que conta uma mentira, em especial uma pessoa que conta mentiras com frequência, é um “mentiroso”.
  2. Mentir de uma maneira que se vise tirar proveito dela, é normalmente considerado como algo anti ético.
  3. Existem pessoas que afirmam que é com frequência mais fácil fazer as pessoas acreditarem numa mentira dita muitas vezes, do que numa pequena verdade dita apenas uma vez. Esta frase foi proferida pelo Ministro da Propaganda Alemã Joseph Goebbels no Terceiro Reich.
  4. A mentira é tão frequentemente utilizada que o seu sentido ultimamente parece tender a ser banalizado. Segundo as estatísticas mentimos cerca de 200 vezes por dia e em média uma vez por cada 5 minutos.
  5. A mentira pode surgir por várias razões: receio das consequências, insegurança ou baixa de auto-estima, por ganhos e regalias ou por razões patológicas. Nas psicoses, a mentira surge na forma de delírio, uma descrição que as próprias pessoas admitem como verdadeira, apesar do seu aspecto frequentemente bizarro, devido a uma quebra de contacto com a realidade

Ora se toda a situação criada não é uma mentira, estamos pior pois a mesma será uma embuste.

Mais grave? Menos grave? Ora vejamos:

  1. Embuste
    É uma tentativa de
    enganar um grupo de pessoas, fazendo-as acreditar que algo falso é real. Há frequentemente algum objecto material envolvido com aquilo que é realmente uma falsificação; todavia, é possível perpetrar um embuste fazendo somente declarações verdadeiras usando palavreado ou contexto pouco usual.
  2. Embustes políticos são por vezes motivados pelo desejo de ridicularizar ou enxovalhar opositores políticos ou instituições políticas, frequentemente antes das eleições. Governos frequentemente perpetram embustes para ajudá-los na realização de metas impopulares.

Agora meus amigos, se por acaso gostarem de aprofundar o sentido de toda esta situação e tiverem paciência para tal leiam os artigos reportados nos ' links ' referidos e verifiquem se há ou não razão para dizermos que estamos a viver numa mentira.

Só lhe encontro um senão: SERÁ ELA CONSCIENTE OU INCONSCIENTE?

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